Pet dentro de casa

Pet dentro de casa: o que saber para não ter estresse

Os benefícios de ter animais de estimação são inúmeros. Porém é preciso disciplina e cuidados para manter um boa convivência com os pets dentro de casa. Confira neste artigo algumas dicas!

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Sumário

Os benefícios de se ter animais de estimação são inúmeros. Eles nos fazem companhia, reduzem nosso estresse, sentimentos como ansiedade, trazem alegria para a casa e, consequentemente, combatem doenças como a depressão. Ter seu pet dentro de casa faz bem.

pet dentro de casa
Ter um pet dentro de casa é muito bom para a saúde mental

Para quem tem filhos pequenos, inclusive, há ainda mais vantagens. Os bichinhos distraem e também ajudam as crianças a gastar energia. Os benefícios ainda vão além se a companhia do pet for usada para caminhadas e exercícios físicos nos adultos. Alguns deles, inclusive, podem ser treinados para ajudar os donos em situações de emergência.

Mesmo com tudo isso, ter animais de estimação em casa ainda é um desfio para muitas pessoas, pois eles também trazem muito trabalho – e a necessidade de adaptações no dia a dia. Neste post, por exemplo, trazemos algumas dicas de como manter uma boa convivência com os pets dentro de casa.

Pet dento ou fora de casa?

Esta é uma grande polêmica. Qual é o lugar que o pet deve ocupar na casa? É claro que isso depende da característica de cada um. Obviamente, animais de pequeno porte devem ser mantidos dentro de casa para sua própria segurança. Já os gatos, por exemplo, precisam de certa liberdade, podendo entrar e sair em diferentes momentos do dia. A principal questão é em relação aos cachorros de médio e grande porte.

Pet dentro de casa
Pet dentro de casa: é preciso estabelecer limites sobre quais lugares da casa eles podem frequentar

Enquanto algumas pessoas não se incomodam em dar passe livre a esses animais, inclusive deixando-os dormir em cima da cama, outra preferem limitar o espaço deles ao jardim ou ao quintal. De qualquer forma, o importante é que haja limites bem estabelecidos, já que, uma vez desrespeitados, será bem difícil corrigir depois.

Um meio termo adequado costuma ser deixar o animal livre na área externa da casa, onde não haja perigo de ele fugir, e limitar o acesso interno a cômodos como lavanderia, cozinha e sala de estar. O acesso aos quartos e banheiros deve ser mais restrito, pois o animal costuma interagir com diversas impurezas enquanto brinca ao ar livre e pode transportá-las para dentro da casa.

Espaço para necessidades

Mesmo que o cachorro tenha fácil acesso à área externa da casa, não é aconselhável que ele a utilize como banheiro, embora invariavelmente isso vá ocorrer, porque esta mesma área costuma ser usada para a brincadeira das crianças ou mesmo para o lazer dos demais membros da família.

Por isso, é essencial que o cachorro seja ensinado a fazer suas necessidades em um local específico, que deve ser marcado pelo uso de tapetes higiênicos ou jornais velhos. Na verdade, a melhor maneira é empregar as duas ferramentas, ou seja, forrar o chão com os jornais e colocar o tapetinho por cima, o que evita vazamentos. No caso dos gatos, a caixa de areia deve estar num lugar de fácil acesso para eles, seja em dias de sol ou de chuva.

Pet dentro de casa
Pet dentro de casa: tapetes são fáceis de serem confundidos com banheiros

É importante lembrar que o animal sempre vai buscar fazer suas necessidades em uma superfície permeável. Assim, eles busca locais com terra, grama ou tecidos. Neste último caso, os tapetes da sala são as principais vítimas do pet desavisado. Por isso, quando o animal tiver acesso à sala e não houver alguém para supervisionar, é recomendável deixar todos os tapetes enrolados ou recolhidos.

Tapetes, jornais e caixas de areia devem ficar em locais de chão frio, que sejam mais fáceis de limpar.

Pelos por toda a parte

Um dos maiores dilemas de quem tem pet é o que fazer com os pelos, que se espalham por todos os cômodos, móveis e espaços possíveis – e até impossíveis – dentro de uma casa.

Este é realmente um problema e o máximo que podemos fazer é deixá-lo mais leve com algumas iniciativas aparelhos.

O primeiro cuidado é em relação ao próprio pet. Pelo menos uma vez por semana, é interessante fazer a remoção de pelos mortos, escovando o animal com um aparelho especial, vendido nos pet shops. Existem vários modelos, mas os melhores custam em torno de R$ 150. Com este procedimento, a quantidade de pelos espalhados pela casa durante os dias seguintes diminui de maneira sensível.

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Pet dentro de casa: remover pelos mortos é bom para evitar sujeira pela casa inteira

A segunda medida é a própria limpeza. No caso do chão e dos tapetes, o melhor é investir num aspirador de pó que seja ao mesmo tempo potente e portátil o suficiente para não deixar a tarefa penosa demais. Já em relação aos sofás, o método mais eficiente é o uso das escovas vassourinhas de mão, também conhecidas como varremesas, que normalmente acompanham as pás de lixo.

Se o sofá for impermeabilizado, no entanto, o uso da escova não é recomendado. O melhor, neste caso, é usar o aspirador mesmo.

Cheiro

Quem tem pet sabe que não importa o que se faça, o cheiro da casa nunca vai ser igual ao de uma que não tenha animais. A boa notícia é que este problema pode ser amenizado de várias formas.

Recentemente, publicamos aqui um post sobre como deixar a casa mais cheirosa. As dicas são as mesmas: uso de aromatizantes, essências, velas e saber escolher bem os produtos de limpeza.

Em relação aos pets, uma boa pedida é a aplicação de perfuminhos e de banhos secos quando não for possível dar banho molhado. As soluções banho seco são vendidas em supermercados e pet shops, mas devem ser usadas com moderação, até porque o odor delas é um pouco enjoativo.

Segurança

O termo ‘animal irracional’ caiu em desuso ao longo do tempo porque, além de ser muito subjetivo, não exprime corretamente a capacidade de um animal em tomar decisões inteligentes. Mas é certo que nossos pets se guiam por instinto e, por conta disso, a segurança deve ser redobrada.

Pet dentro de casa
Pet dentro de casa: é preciso conhecer bem o comportamento do seu pet para evitar problemas com segurança

Muitos condomínios permitem que as casas que possuam pet tenham uma pequena cerca no jardim para evitar que eles cheguem até a via. Se não houve esta possibilidade, o que pode ser feito é a instalação de um portão na parte externa, no corredor que normalmente liga o jardim da casa aos fundos da propriedade, que deve permanecer sempre fechado.

É ruim utilizar estruturas como cercas de arame ou qualquer outra superfície vazada onde ele pode ficar preso, pois o animal pode se machucar em momento mais nervosos, como quando escuta fogos de artifício.

Em relação à segurança dos moradores, principalmente das crianças, também é preciso ficar atento. Os gatos podem arranhar ao se sentirem acuados por um movimento brusco, e os cachorros – principalmente os maiores – podem perder a noção de uma brincadeira e acabar machucando uma pessoa. Eles também podem morder em situações de grande estresse, como uma briga com outro animal onde tentamos apartar.

Por essas razões, é mais do que essencial que o dono conheça bem o temperamento de seu pet e conheça exatamente quais são os seus limites. E, é bom recordar, que boa parte desses arranhões e mordidas não causam consequências graves.

Como é bom ter espaço

Pets são como humanos. Eles gostam de ter espaço para se locomover e curtir o ar livre. Quando ficam reclusos, ficam tristes, deprimidos e mais irritadiços. Esta é a importância de ter um bom quintal para ele curtir. Se não tiver o quintal na propriedade, uma praça perto de casa pode servir para um passeio diário. Isso, felizmente, vários condomínios de casa já possuem essa estrutura liberada para os animais.

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Pet dentro de casa: condomínios hoje já investem em espaços pet para diversão dos cachorros – e dos donos

Alguns, porém, já estão investindo em amplos espaços pet, onde os cachorros podem se encontrar para correr e brincar entre eles e com os donos. É o caso do Elementum Residencial, em Campinas. O residencial possui um exclusivo clube com piscina de borda infinita e prainha, além de possuir um espaço fitness e um completo Pet Play. Ou seja, diversão para humanos e bichinhos.

Outro empreendimento com esta característica é o Bosque Manacás, em Jacareí. O empreendimento conta com estrutura de lazer completa, incluindo pista para skate e caminhada, estação de ginástica ao ar livre, espaço Pet, espaço Sênior e espaço gourmet.

Resumindo

Ter um animal de estimação em vcasa traz inúmeros benefícios para a saúde física e mental, além de mais alegria para a família. No entanto, é preciso tomar alguns cuidados para garantir que essa convivência não se torne cansativa e estressante. Entre esses cuidados, estão:

Permissões: estabelecer limites de até onde os pets podem ir e permanecer.

Local para necessidades: ter um espacinho específico e preparado para os animais fazerem suas necessidades.

Pelos: utilizar aspirador de pó e vassourinhas para limpar a casa e um removedor de pelos mortos no animal pelo menos uma vez por semana.

Cheiro: caprichar na limpeza e usar diferentes perfumes para a casa e para os animais, que também podem tomar banho seco.

Segurança: ter uma estrutura para evitar fugas, como portões e muretas, e conhecer bem o pet para evitar que as pessoas se machuquem ao brincar com ele.

Espaço: se não tiver um quintal legal, levar o pet para praça ou para o espaço pet do condomínio, como existe hoje em preendimentos como o Elementum Residencial e o Bosque Manacás.

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